Por segurança, Copa América veta presença de ‘barras bravas’ argentinos no país

untitledVisando melhorar a segurança dos jogos da Copa América, o governo da Argentina cedeu ao comitê organizador local da Conmebol cerca de três mil nomes de torcedores violentos que não poderão entrar nos estádios da competição.

A presença dos “barras bravas” da Argentina (torcidas organizadas com comportamento violento) no torneio, que será disputado entre os dias 14 de junho e 7 de julho, está causando muita preocupação para os organizadores da Copa América.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, informou em janeiro ao seu homólogo argentino, Mauricio Macri, a sua preocupação com a presença dos barras bravas nos estádios brasileiros. Visto isso, Buenos Aires listou cerca de três mil pessoas com histórico violento na Argentina.

Para evitar a presença de torcedores violentos nas arenas, em todas as partidas da competição, os donos dos ingressos passarão por aparelhos de reconhecimento facial.

O governo da Argentina também declarou que os torcedores mais radicais evitarão viajar ao Brasil de avião, com o objetivo de escapar dos controles imigratórios dos aeroportos.

As autoridades não possuem um número exato de quantos argentinos vão acompanhar a seleção Albiceleste na Copa América. Na Copa do Mundo de 2014, as partidas da Argentina nos estádios do Mineirão, Arena Corinthians e Maracanã foram acompanhadas por cerca de 20 mil argentinos.

A expectativa é que venha um grande número de argentinos já que essa será mais uma oportunidade para eles tentarem presenciar o primeiro título de grande expressão da Argentina desde 1993, quando a seleção comandada por Gabriel Batistuta e Diego Simeone bateu o México na decisão da Copa América, no Equador, e ficou com o caneco da competição.

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